Reforma do imposto de renda
O deputado Gilson Marques participou ativamente das discussões sobre a Reforma do Imposto de Renda (IR) e a proposta de isenção de IR até a faixa de renda de R$ 5 mil.
Favorável à pauta, mas contrário à forma como o governo pretendia compensar a perda de arrecadação (com aumento de impostos) Marques chegou a apresentar um voto em separado na Comissão Especial, onde demonstrou que havia uma alternativa para compensação sem onerar parte da população: O CORTE DE GASTOS E PRIVILÉGIOS DO GOVERNO!
Marques apontou sete cortes de gastos que permitem a desoneração sem gerar déficit como, por exemplo:
- Redução escalonada de supersalários e verbas extrateto (economia de R$ 11,1 bilhões/ano a partir de 2028);
- Venda de participações do BNDES e de estatais deficitárias (R$ 14,6 bi/ano);
- Teto para emendas parlamentares (R$ 13,8 bilhões/ano).
- Limites a gastos com publicidade, diárias, passagens e fundos partidários (mais de R$ 5 bilhões/ano).
Segundo o parlamentar, o impacto líquido consolidado seria um superávit de R$ 13,84 bilhões até 2028, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal.
A proposta também atualizava o limite de faturamento do MEI para R$ 144.642,86, mas foi rejeitada pela Comissão Especial.
“O governo quer fazer isso apenas mudando a “vítima tributária”: deixa de pagar quem ganha até R$ 5 mil e passa a pagar quem ganha rendimentos acima de R$ 50 mil. Já eu quero que a “nova vítima” seja a Janja, o Lula e os políticos, que sempre gastam mais do que o necessário.”









